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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

O Dia Internacional da Tolerância no Pinheiro


A propósito do Dia Internacional da Tolerância, assinalado a 16 de novembro, realizou-se na Escola Básica do Pinheiro uma palestra pelas psicólogas Catarina Fernandes e Lígia Ferreira Gomes sobre o Bullying, dinamizada pela Biblioteca Escolar. Esta sessão de esclarecimento destinou-se a todas as turmas do 1º ciclo. 
O bullying é uma forma de violência continua, que acontece entre colegas da mesma turma, da mesma escolar ou entre pessoas que tenham alguma característica em comum (terem mais ou menos a mesma idade, por exemplo). 
Os comportamentos agressivos repetem-se no tempo: acontecem mais do que uma vez. Estes comportamentos são propositados: têm o objetivo de assustar, magoar, humilhar e intimidar a vítima. As agressões podem ser cometidas contra uma ou contra várias vítimas.
No bullying existe um desiquilíbrio de poder entre quem agride e quem é agredido. Quem agride é mais forte ou está em maior número do que a vítima. 
A vítima tem alguma característica física que a torna "diferente" dos outros (por exemplo, é mais baixa / mais alta do que os colegas; usa óculos ou aparelho nos dentes; tem sardas; tem uma forma diferente de se vestir; é de uma etnia diferente da maioria, ou tem outra nacionalidade).
A vítima tem alguma característica na sua forma de ser que a pode tornar mais frágil (por exemplo, ser inseguro(a), calado(a) ou isolado(a).
Depois de caracterizado este fenómeno, as psicólogas conversaram com as crianças sobre o que fazer no caso de serem testemunhas ou vítimas de uma situação de bullying.

As crianças participaram muito nestas sessões, demonstrando que estavam atentas ao que estava a ser transmitido e que compreenderam os conceitos apresentados. 

Procurou-se com esta atividade a melhoria do bem estar de cada criança e do ambiente escolar em geral. Sentindo-se bem na escola, as crianças terão outra disponibilidade para aprender.

http://www.apavparajovens.pt/pt/go/o-que-e2

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Quando a Mãe Grita... no Douro

Esta semana, as Bibliotecas das Escola Básica do Pinheiro e da Escola Básica do Douro receberam uma visita especial... o pequeno pinguim veio contar uma história aos nossos mais pequeninos: veio partilhar com eles o que lhe aconteceu um dia destes.

Nesta história, Quando a Mãe Grita..., de Jutta Bauer, percebemos que a nossa personagem principal sente o que sentem as nossas crianças. A mãe do nosso pinguim zangou-se; perdeu a paciência e deu um grito! O pequeno pinguim ficou desfeito. A cabeça voou até ao espaço, o seu corpo foi pousar sobre as ondas do mar, as asas desapareceram no meio da selva, o bico anda perdido no meio dos montes e a cauda (imagine-se!) foi parar a uma grande cidade, no meio do trânsito. Primeiro, as suas patas ficaram paralisadas, mas, depois, começaram a correr, até que chegaram ao deserto; aí, pararam para descansar. E porquê no deserto? Porque surgiu uma refrescante sombra.

Era a mãe do pequeno pinguim que, depois de ter gritado, fora ao encontro de cada pedaço do filho e, com paciência, linha e agulha, já tinha unido quase todos, faltando só as patas. «Desculpa...», disse ela, abraçando o filho.

É assim que Jutta Bauer nos fala da importância de dizer esta palavra tão simples, «desculpa», no momento certo. Com este livro, os filhos aprendem quanto os pais os amam (mesmo quando perdem a paciência); e também os pais aprendem algo de importante: pedir desculpa e abraçar um filho não é um sinal de fraqueza, mas antes um sinal de amor.

Críticas de imprensa:

«Quando a Mãe Grita é um livro catártico e imprescindível. Bom para ter pronto a uso na memória, naqueles dias em que quase à beira de um ataque de nervos, precisamos de nos lembrar do poder destruidor que tem um berro.» in Notícias Magazine, 23 de Julho de 2006

http://www.wook.pt/ficha/quando-a-mae-grita-/a/id/176478

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

A Maria Flor no Pinheiro

Hoje a nossa turma foi à Biblioteca Escolar conhecer melhor a história da Maria Flor.

Primeiro, a professora Susana contou-nos esta história de Alves Redol. Depois fizemos o desenho da Maria Flor. De seguida jogamos o jogo do alfabeto: cada menino teve uma letra e tivemos de nos colocar por ordem alfabética, dar rimas e sinónimos. Por fim, fomos detetives à descoberta de palavras na história.

Texto: turma do 2ºano / Escola Básica do Pinheiro

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

O Pinheiro visita a Biblioteca Municipal de Penafiel

No dia 22 de outubro de 2015, o 4ºano fez uma visita de estudo à Biblioteca Municipal de Penafiel. Quando chegasmos vimos o símbolo do bem e do mal. As bibliotecárias fizeram o resumo de duas histórias infantis de Mário Cláudio: «Nero e Nina» e «Olga e Cláudio». De seguida, leram-nos outra históriado mesmo autor que se chamava «A bruxa, o poeta e o anjo».
Entretanto, vimos uma exposição sobre este autor.
No fim, fizemos, cada um, um morcego para si, porque está a chegar o Halloween e a história que ouvimos falava sobre uma bruxa.
À saída da biblioteca, vimos, gravada no passeio, uma frase da autoria de Lídia Jorge, que foi homenageada pela Escritaria em 2014; dizia que não há livros de instruções para a vida.




terça-feira, 27 de outubro de 2015

Luísa Ducla Soares no Pinheiro

A nossa turma esteve hoje na biblioteca para fazer uma atividade. Começamos por ouvir o poema «À Mesa», de Luísa Ducla Soares e conversar um pouco sobre ele. Depois a professora Susana entregou-nos uma folha com os versos todos misturados para recortarmos e colarmos, escrevendo de novo o poema de forma a fazer sentido. No final, uma menina leu de novo o poema para a turma.

Texto: turma do 3ºano / Escola Básica do Pinheiro